pressa. Mas traçámos um plano, um objectivo, de alcançar a Primeira Liga para que o projecto possa ser viável por si só. Quando percebemos que não era tão simples assim, não que fôssemos sair, isso nunca foi hipótese, mas houve durante algum tempo algumas sondagens e pessoas que se aproximaram até, interessadas em assumir o Estoril. Nós nunca pretendemos evoluir nesse sentido mas talvez tivesse de haver uma mudança na forma de actuar, com os pés mais no chão e com mais controlo, uma politica muito mais austera mas não sair, até poderíamos procurar um parceiro, uma coisa que pudesse fomentar a viabilidade do Estoril mas jamais abandonar o barco. Uma vez eu disse e repito: o Estoril não é um brinquedo, como uma criança que quando se cansa mete o brinquedo no canto do quarto e vai buscar outro. Caso contrário, não teríamos comprado o clube, bastava apenas geri-lo [como no primeiro ano], se não desse certo, íamos embora, não tínhamos quaisquer responsabilidades patrimoniais.| >> BLOG CLOSED << | ||
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Tiago Ribeiro: «Exportar o jogador português para o Brasil? Estou doido para o fazer»
pressa. Mas traçámos um plano, um objectivo, de alcançar a Primeira Liga para que o projecto possa ser viável por si só. Quando percebemos que não era tão simples assim, não que fôssemos sair, isso nunca foi hipótese, mas houve durante algum tempo algumas sondagens e pessoas que se aproximaram até, interessadas em assumir o Estoril. Nós nunca pretendemos evoluir nesse sentido mas talvez tivesse de haver uma mudança na forma de actuar, com os pés mais no chão e com mais controlo, uma politica muito mais austera mas não sair, até poderíamos procurar um parceiro, uma coisa que pudesse fomentar a viabilidade do Estoril mas jamais abandonar o barco. Uma vez eu disse e repito: o Estoril não é um brinquedo, como uma criança que quando se cansa mete o brinquedo no canto do quarto e vai buscar outro. Caso contrário, não teríamos comprado o clube, bastava apenas geri-lo [como no primeiro ano], se não desse certo, íamos embora, não tínhamos quaisquer responsabilidades patrimoniais.sábado, 28 de julho de 2012
Marco Silva: «Não vamos ser coitadinhos, de certeza»
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Carlos Eduardo: «Espero ser uma das revelações da Liga»
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Entrevista #8 – Anderson Luis

2 - Qual foi a tua melhor época de sempre e por quê?
AL: A minha melhor época foi a de 2007/2008, porque foi o ano em que conquistei um campeonato Estadual (Campeão Catarinense),e um vice campeonato da Copa Do Brasil, um campeonato muito cobiçado no Brasil.
3 - Quais foram as principais diferenças que notaste em relação ao campeonato que disputavas no Brasil?
AL: A principal diferença que notei, é que no Brasil as equipas tocam mais na bola, e aqui é mais ligação direta, essa foi a principal diferença que notei.
4 - Se tivesses carta-branca para eleger um clube em Portugal qual escolherias e porquê?
AL: Escolheria o Porto, porque quando estava a jogar no Brasil ouvia muito falar do Porto,foi na época que ganhou a Champions League e a Uefa Cup e agora que estou aqui, vejo que o Porto está muito forte ainda.
O inicio de 2011 começou com três derrotas para o Estoril, ou seja, entrada nada boa no ano de 2011 depois de resultados menos favoráveis o Estoril encontra-se agora numa posição confortável na Liga.
8 - Quando tudo indicava um menos bom 2011 a equipa deu a volta por cima. Quais as razões para o regresso às vitórias?
quarta-feira, 9 de março de 2011
«Acredito que é possível chegar à selecção nacional», Luís Leal
«JOGO CONTRA O SPORTING MARCOU-ME MUITO. SOUBE BEM GANHAR, FOI UM SENTIMENTO ESPECIAL»

Data Nascimento: 29 Maio de 1987 (23 anos)
Naturalidade: Lisboa (Portugal)
Peso: 80 quilos
Altura: 1.75m
Posição: Avançado
Precurso: Arrentela e Sporting (formação), Cova da Piedade, Atlético, Moreirense, Estoril.
Tem dado nas vistas com as suas exibições e com os golos que tem marcado, o último de antologia. É um dos destaques da boa campanha que o Estoril está a fazer. Melhor marcador da Zona Norte da 2.ª Divisão em 2010 e da Zona Sul no ano anterior, sonha representar um clube grande. Quem sabe o Sporting, onde fez a formação.
O Estoril Praia está a atravessar uma boa fase no campeonato, com quatro vitórias e dois empates nos últimos seis jogos e aproximou-se dos lugares cimeiros.Acredita que a subida à Liga ainda é possível no final desta época?
«Sempre acreditei desde o início Temos uma excelente equipa, a melhor da Liga Orangina, pelo menos a que joga melhor futebol. O Estoril acreditou que a subida era possível desde cedo, tivemos uns pequenos problemas e alguns tropeções mas agora estamos melhor. Estamos cada vez mais perto e acreditamos que é possível, agora mais do que nunca».
Depois de ter sido o melhor marcador na 2ª Divisão, zona sul, ao serviço do Atlético e da zona norte ao serviço do Moreirense, continua com o pé quente e o fim de semana passado assinou mais um golo de antologia. Foi aquele que mais lhe agradou ai serviço do Estoril?
«O golo contra o Fátima foi importante. Durante a semana treinamos vários tipos de livres, como o de sábado, e naquele momento senti que a bola era minha, rematei em força, de meia distância e resultou num grande golo. Mas até agora o mais especial com a camisola do Estoril foi em Dezembro, contra o Freamunde - um livre no corredor central, a 20 metros da baliza. Estávamos a perder 1-2 e foi o golo do empate, mas teve um sabor especial, de vitória.»
Foi festejar este último golo no jogo com o Fátima com os adeptos nas bancadas. Dirigiu-se a alguém em especial?
«Sim, fui festejar com os meus familiares e amigos que me apoiam sempre. Nos jogos em casa tenho sempre uma miniclaque, entre pai, mãe, irmãos, sobrinhos, cunhados e amigos, juntam-se sempre mais de dez apoiantes. Nos jogos fora é que é mais complicado, mas sinto que tenho sempre i carinho deles e isso é muito importante para mim»
Espera que as boas exibições e os golos que tem marcado chamem a atenção de outros clubes e o ajudem a dar o salto para a I Liga?
«As coisas estão a correr-me bem a cada jogo que passa mas não sei o futuro. Nem eu nem ninguém...Vamos ver se outros clubes andam atentos. Eu vou continuar a trabalhar para um dia representar um grande em Portugal. Ainda faltam alguns jogos, pode ser que as propostas apareçam naturalmente, mas, por enquanto, o meu objectivo é ajudar o Estoril a subir de Divisão.»
Já foi considerado o melhor em campo em vários jogos do Estoril. Que importância tem isso para si? Motiva-o ainda mais?
«Não me preocupo em ser o melhor em campo, preocupo-me em fazer golos, porque esse é o trabalho de um avançado. Um avançado vive de golos. No entanto, para mim o mais importante, sempre, é ajudar a equipa a somar vitórias.»
Antes de representar o Estoril, jogou no Moreirense e no Atlético. Nota muitas diferenças entre a 2ª Divisão e a Liga Orangina?
«Na Liga Orangina joga-se melhor futebol, mais organizado, mais exigente e em termos de competição é mais dificil para nos afirmarmos. É preciso muito trabalho e muito esforço, mas tenho a sorte de estar a trabalhar com a melhor equipa técnica da minha carreira. Vinícius Eutrópio tem métodos de trabalho inovadores e tem-me ajudado muito a crescer, como jogador e homem.»
Começou a formação no Arrentela e passou para o Sporting, onde esteve até aos 15 anos. Este ano defrontou a sua antiga equipa para a Taça da Liga. Como foi esse reencontro com alguns antigos companheiros? Assaltou-o algum sentimento?
«Foi um jogo que me marcou muito, e admito que houve um sentimento especial. Quando estive nas camadas jovens do Sporting fui colega do Rui Patrício e do Daniel Carriço, entre outros que já não estão lá, foi a primeira vez que joguei contra eles a nível profissional e soube-me muito bem, sobretudo por ter ganho».
Em relação à Selecção, quais são as suas expectativas?
«Se estivesse num clube grande era mais fácil dar nas vistas e ser chamado, mas mesmo no Estoril espero a curto prazo consegui-lo. É um sonho que tenho e sinto que não é impossível de concretizar. Tenho confiança em mim e no meu trabalho e agora que sou português já não há problema. Por isso, tenho cada vez mais esperança de poder representar a nossa Selecção.»
OITO ANOS DE ESPERA PARA SE TORNAR PORTUGUÊS
Luís Leal nasceu em Lisboa, mas como os país são de São Tomé foi essa a nacionalidade com que ficou.
Agora, oito anos depois de ter começado a tratar da papelada, finalmente conseguiu obter a nacionalidade portuguesa, atraso que acredita té-lo prejudicado na sua carreira profissional: «No Sporting, naquela altura, nas camadas jovens só podia jogar um estrangeiro e estava lá também o Zezinando, que era um jogador fora de série, por isso o Sporting teve de optar e eu segui a minha vida. Fui emprestado ao Cova da Piedade.»
O facto de ser são-tomense era um factor que, até então, o excluía como opção para representar Portugal. «Se tivesse obtido nacionalidade portuguesa mais cedo, se clahar até podia ter sido chamado para os escalões mais jovens...», finaliza.
Rita Ferro Baptista
segunda-feira, 7 de março de 2011
Entrevista #7 – Alex Afonso

AF: Porque no Brasil, o sonho de qualquer criança é ser futebolista, e com o passar do tempo, fui treinando cada vez mais, me desenvolvendo e via cada vez mais possibilidades de isso acontecer. Quanto a ser avançado, por me destacar no meio das outras crianças, fazia muitos golos e acabei por jogar mais a frente mesmo.
2 - Qual foi a tua melhor época de sempre e por quê?
AF: Tive a minha melhor época em 2008, porque fiz 28 golos em 48 jogos, joguei pelo Ituano e pelo Miami FC onde fui o goleador da Liga. Foi importante porque só falhei 3 jogos em toda época, não tive lesões, o que sempre acontecia. E esse ano consegui jogar sempre.
3 - Quem foi ou foram o (s) melhor (es) jogador (es) com quem trabalhaste?
AF: Tive a oportunidade de jogar no Palmeiras, e lá trabalhei com o guarda redes Marcos, campeão do mundo com o Brasil, em 2002, e também com Edmundo, um dos grandes avançados que o Brasil teve.
4 - Se tivesses carta-branca para eleger um clube em Portugal qual escolherias e porquê?
AF: Escolheria o Porto, porque nos últimos anos, é quem mais tem ganho títulos, e quando estive aqui em Portugal de 2002 a 2004 vi o Porto ganhar todos os campeonatos que disputou, inclusive Taça UEFA e Champions League, fiquei com uma imagem fantástica sobre o Porto, e agora regressando, vejo que continua forte.
AF: Tive bons momentos, mas um que me marcou muito foi ter jogado uma meia-final de Campeonato Paulista pelo Bragantino contra o Santos. Foi muito marcante, porque o Bragantino é um clube pequeno e conseguiu se classificar deixando clubes como Corinthians e Palmeiras para trás. E agora estou vivendo um momento muito bom, porque a nossa equipa está melhorando muito e tenho ajudado com golos, e espero que no final da época consigamos o acesso, para aí sim ter um grande momento da minha carreira.
AF: Essa oportunidade veio através da Traffic, empresa com a qual eu estou trabalhando há 3 anos. Com a compra da SAD pela empresa, isso acabou me trazendo para o clube.
O inicio de 2011 começou com três derrotas para o Estoril, ou seja, entrada nada boa no ano de 2011 depois de resultados menos favoráveis o Estoril encontra-se agora numa série de bons resultados e ocupa os lugares cimeiros desta equilibrada Liga.
8 - Quando tudo indicava um menos bom 2011 a equipa deu a volta por cima. Quais as razões para o regresso às vitórias?
AF: Eu acho que todos os jogadores e comissão técnica nunca duvidaram do potencial da equipa, sempre confiamos que poderíamos dar a volta. Foram feitas algumas alterações na equipa, e encontramos um bom padrão de jogo. Recuperamos a nossa confiança.
9- O sonho da subida de divisão continua a ser o principal objectivo da equipa?
AF: Claro que sim, nunca deixamos de acreditar, desde o início esse era o objectivo. Passamos por problemas, mas voltamos a entrar na briga novamente, um pouco em desvantagem agora, em relação aos outros, mas não vamos desistir.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Entrevista #6 – Luciano Bébé

2 - Qual foi a tua melhor época de sempre e por quê?
LB: Não te sei dizer qual, mas esta época para mim está a ser muito boa, tirando os resultados dos jogos e a classificação em que nos encontramos é claro.
3 - Quem foi ou foram o (s) melhor (es) jogador (es) com quem trabalhaste?
LB: Tive a oportunidade de trabalhar com muitos jogadores, que para mim eram fora de serie, dai nao sei te dizer qual o melhor.
4 - Se tivesses carta-branca para eleger um clube em Portugal qual escolherias e porquê?
LB: Gosto muito do Vitória de Guimarães e torço por eles, porque tenho um grande irmão que joga lá, o Nilson, mas o meu “time” do coração com certeza é o Estoril.
8 - O Estoril vai numa série de 4 jogos consecutivas sem vencer para o campeonato acreditas que vamos dar a volta por cima?
LB: Talvez muitos não creiam, mas eu vivo por fé.
9- Quais são os teus objectivos para esta temporada?
LB: Fazer sempre o melhor em prol do Estoril, para mudar esta situacao em que nos encontramos.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Entrevista #5 - Tiago Costa

TC: É uma pergunta difícil mas acho que é uma coisa que já nasce de criança, sempre gostei de jogar futebol e desde aí sempre tentei chegar a profissional quanto à posição já joguei em quase todas mas foram essas que melhor me adaptei e que me sinto bem jogando lá.
2 - Qual foi a tua melhor época de sempre e por quê?
TC: A minha melhor época de sempre posso dizer que foi o meu último ano no Benfica B porque foi uma época de transição e que foi bastante positiva em termos profissionais em que consegui sair para o Hearts da Escócia.
3 - Quem foi ou foram o (s) melhor (es) jogador (es) com quem trabalhaste?
TC: Posso dizer que já trabalhei com grandes jogadores como o Cristiano Ronaldo mas o que marcou mais foi mesmo o Steven Pressley capitão do Hearts e capitão da selecção escocesa.
4 - Se tivesses carta-branca para eleger um clube em Portugal qual escolherias e porquê?
TC: Neste momento o Estoril-Praia, porque é o que represento e estou a adorar.
5 - Conta-nos como foi jogar e treinar em países como a Bulgária ou Roménia e também Escócia?
6 - Qual o momento mais alto da tua carreira até agora?
7 - Como surgiu a oportunidade de representares o Estoril?
8 - Fizeste um golo esta época na sequencia de um potente e colocado remate, acreditas que essa é uma das tuas melhores “armas”?
TC: Foi um remate muito bom e que ajudou a equipa sendo o mais importante naquele golo. Posso dizer que não é uma das únicas armas que tenho e que vou tentar por tudo em campo em prol da equipa.
9- Quais são os teus objectivos para esta temporada?
TC: Os meus objectivos são como todos os meus colegas que é subir divisão.
10 - O que tens a dizer aos adeptos e sócios do Estoril?
11 - O que pensas sobre o Estoril Supporters (claque do Estoril)?
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